Império exalta folia|sem distinção

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Comunidade trabalha nos últimos ajustes dos carros-alegóricos

No Carnaval 2010, a Lapa e a
Leopoldina deixam um recado: a folia brasileira é democrática, unindo
pessoas sem distinção alguma, incluindo, o nível sócio-econômico.
“Nosso enredo mostra que pobres e ricos se encontram no samba”, afirma
Luizinha, presidente da Escola de Samba Império Lapeano, cuja quadra
fica nos baixos do Viaduto Mofarrej.
Poucos dias antes do desfile pelo Grupo 2, na segunda-feira (dia 15),
às 23h, no Autódodromo de Interlagos, Luizinha coordenava os últimos
trabalhos nos carros alegóricos. “Vamos desfilar confiantes que podemos
ganhar e ficar mais perto do grupo das grandes escolas”, afirma ela.
Ao todo, a Império levará para Interlagos 980 componentes. A bateria
dos mestres Mônica e Chiquinho conta com 100 integrantes, encarregados
de manter o ritmo do enredo “Já que nem tudo tem jeito, o jeito é
acreditar e deixar a vida nos levar”. O intérprete do samba-enredo será
o sambista Chavesco.

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