Operação Urbana Água Branca tem novo impasse

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Em vigor desde 1995, com uma revisão em 2013, a Operação Urbana Consorciada Água Branca, não consegue implementar obras prevista há mais de 30 anos, mesmo com R$ 1,5 bilhão no seu caixa. A ampliação da Avenida Mário de Andrade, paralela á Avenida Francisco Matarazzo, é uma delas.

Projetada para desafogar o trânsito na ligação da região numa época em que não existiam grandes complexos como o Shopping Pompeia e Arena Allianz, a extensão de Francisco Matarazzo até a Avenida Santa Marina corre o risco de se tornar inviável. Tudo porque, a transposição de trilhos da CPTM, atrás das Casa das Caldeiras, abrindo espaço para a ampliação da Mário de Andrade, já começa a ser descartada por conta dos novos projetos ferroviários na Água Branca.

Para manter de pé o projeto da avenida, a Prefeitura sinaliza com a construção de um viaduto que faria a conexão com a Avenida Santa Marina, algo que tem sido rechaçado pelos representantes da Sociedade Civil no Conselho Gestor da OUCAB. “Não cabe um viaduto nesse local”, afirma a conselheira Jupira Cauhy. Ela lembra que isso traria grandes impactos negativos na vizinhança, cercada por condomínios residenciais.

O tema já foi colocado em debate em reuniões do Conselho Gestor em 2025, sempre com a sociedade civil se posicionando de forma contrária. No último encontro do ano, a ampliação da Avenida Mário de Andrade seria um dos itens da pauta, mas a Prefeitura optou por deixar o assunto para ser discutido em março, quando será realizada a   primeira das quatro reuniões ordinárias Conselho previstas para 2026.

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